2010 já começou
Quando perguntados por candidaturas e alianças visando as próximas eleições, os virtuais candidatos desconversam: “2010 somente será tratado em 2010″. Na prática, a conversa é exatamente o contrário. Todos (os mais lembrados, evidentemente) estão com as campanhas nas ruas.
Os prováveis candidatos ao Governo do Estado, principalmente. O governador José Maranhão, nome natural do PMDB para concorrer a reeleição, tem se desdobrado no cargo. Como o mandato herdado é curto, tem se dividido nos “ossos do ofício” em João Pessoa, Brasília e cidades paraibanas do interior do estado.
O mesmo tem acontecido com o prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho (PSB), que entre um despacho e outro, cruza a ponte do Rio Sanhauá para difundir seu nome nos municípios interioranos, sob o pretexto de que na capital já é conhecido o suficiente para expor seu nome com olhos no Palácio da Redenção.
Cìcero Lucena (PSDB) e Efraim Morais (DEM) não fogem da regra. O primeiro, inclusive, já deu declarações de que a campanha já começou. No entanto, como é aliado dos democratas, selou um pacto com Morais para que se submetam a uma pesquisa junto ao eleitorado. E quem tiver melhor será o candidato, com o segundo colocado passando a apoiar o preferencial.
No caso dos dois oposicionistas, há uma ressalva: esperam o apoio do ex-governador Cássio Cunha Lima; sem dúvidas, muito importante para quem almeja chega ao cargo máximo da Paraíba.
Com a eleição praticamente garantida para o Senado Federal, na hipótese de o pleito ser realizado na atual conjuntura, Cássio não disse sim, nem não. Promete apoio ao aliado que estiver melhor eleitoralmente, mas outros correligionários (leia-se deputados, vereadores e líderes políticos) apostam na união Ricardo/Cássio no próximo ano.
Mas, como PSB e o PSDB em nível nacional têm se mostrado como “água e óleo”, é esperar os desdobramentos. E não se admirem da união Cícero/Efraim e José Maranhão, caso a principal liderança tucana na atualidade venha a confirmar as especulações, juntando-se realmente a Ricardo Coutinho.
Comente | | Imprimir esta notíciaUm rompimento meteórico
O deputado estadual Quinto Coutinho e o prefeito Marcus Odilon, ambos do PMDB, chamaram a atenção dos paraibanos, especialmente da classe política, nesta quinta-feira (23). De forma surpreendente, filho e pai anunciaram o rompimento político com o Governo Maranhão III.
Como motivos, o que muitas lideranças políticas já vêm reclamando: falta de prestígio junto à administração estadual, o que é até certo ponto compreensível, embora que seja muito cedo para se fazer uma avaliação mais profunda acerca da desenvoltura da gestão maranhista iniciada no último dia 18 de fevereiro por força da Justiça Eleitoral.
Quinto e o pai, prefeito da progressista cidade de Santa Rita, situada na Área Metropolitana de João Pessoa, reclamam da desatenção do governo estadual para com os pleitos do município. Em detrimento do apoio ao seu grupo, alega a dupla que quem têm o prestígio são as correntes de cores adversas.
O afastamento meteórico dos Coutinho do clã Maranhão já alimenta a bolsa de apostas, com a crescente especulação sobre qual será o destino dos dois. Por enquanto, é óbvio, eles não poderão deixar o PMDB, em função da rigorosa lei da fidelidade partidária.
No entanto, ganha quem esperar pelo alinhamento entre a dupla e o prefeito Ricardo Coutinho, candidatíssimo ao Governo do Estado e quase que declarado inimigo político do atual governador José Maranhão. Juntar-se ao PSDB, de Cássio Cunha Lima e Cícero Lucena, é pouco provável. Do DEM, liderado por Efraim Morais, nem se fala.
Pesando bem, vão tocar o barco por onde os ventos estiverem soprando melhor…
TOMÉ E BEBÉ
Política realmente é uma coisa difícil de se entender: os políticos da oposição às vezes passam anos no “pão e água”, como costumam dizer. Quando passam a ser governo, não esperam os tão esperados “dias melhores”.
Na administração do ex-governador Cássio Cunha Lima, agiram assim o deputado Trocolli Júnior e o ‘ex’ (então deputado) Tião Gomes. Romperam logo e caíram nos braços de José Maranhão.
CONFUSÃO…
… Nas hostes rubro-negras. Os jogadores Washington, Glauber Gomes e Anderson deixaram o campo de treino, na tarde desta quinta-feira (23) n’O Renatão, e foram tomar satisfação com um torcedor que soltava piadas das arquibancadas.
Houve um tumulto generalizado, com parte da torcida que acompanhava o treino apoiando a atitude dos atletas e outra parte ficando contrária à ação.
No final do treino, a Polícia Militar foi chamada ao Renatão, uma vez que um grupo de torcedores foi à saída do treinamento xingar os atletas.
Pense num moído!
ACERTADA
O ‘new’ secretário de Segurança Pública, Gustavo Gominho, acertou em cheio no tocante à desativação dos postos fixos da Operação Manzuá.
Aquele modelo de fiscalização está carcomido, levando em consideração que as cidades hoje têm um número maior de estradas vicinais, exatamente por onde os criminosos fogem após os delitos.
As chamadas blitzen surpresas realmente são mais eficazes.
É O COMEÇO…
… Do fim, ou é o fim. A quem recorrer, quando os próprios ministros da Alta Câmara da Justiça (leia-se Supremo Tribunal Federal), brigam entre si?
Uma vergonha nacional….
O PULSO, PULSA
Apesar da difícil missão que têm pela frente (vencerem o Sousa por uma diferença de 2 ou mais gols), os atletas trezeanos ainda acreditam na conquista do segundo turno do Campeonato Paraibano 2009.
Domingo o Estádio O Amigão deverá bombar! É tudo ou nada…
Comente | | Imprimir esta notíciaMilanez: a alma quer reza
O vereador Fernando Milanez Filho (PMDB) defendia recentemente com ‘unhas e dentes’ a candidatura do hoje governador José Maranhão (mesmo partido) ao Governo do Estado em 2010. Disse, inclusive, que os prefeitos Veneziano Vital (mesmo partido) e Ricardo Coutinho (PSB), de Campina Grande e João Pessoa, respectivamente, eram muito novos e com condições de esperarem por outra oportunidade; portanto, deveriam fechar questão em torno do nome de Zé ao comando do estado.
Hoje a situação parece diferente. Os motivos são desconhecidos (ou conhecidos demais?), mas nos últimos dias o filho do ex-deputado estadual Fernando Milanez tem dirigido muitas críticas ao governador José Maranhão. Não bem a JM, mas ao Governo Maranhão III.
Nesta quarta-feira (22), por exemplo, fez mais uma crítica ao governo. Subiu à tribuna da Câmara Municipal de João Pessoa para criticar o excesso de pontos facultativos nas repartições públicas do Estado em períodos de “feriadão”.
“Na Semana Santa, o Estado parou na quarta e só retornou na outra segunda. Em menos de uma semana, imprensou o feriado da terça com a segunda e decretou ponto facultativo”, reclamou.
O vereador chamou ainda mais atenção, pois terminou o discurso elogiando a postura do prefeito Ricardo Coutinho (PSB), que não liberou os servidores na segunda-feira, dia 20. “O prefeito Ricardo Coutinho está há cinco anos na administração e nunca deu um ponto facultativo. O Governo do Estado que assumiu recentemente não pode se dar ao luxo de parar”, disparou.
O recado do parlamentar é uma icógnita, levando em consideração que ele pertence ao PMDB de Zé; além do mais, fazer críticas a uma administração que tem poucos dias é prematuro.
Sem levar em conta que nem mesmo a metade dos cargos foi rateada…
DEMISSÃO
O executivo Gelson Lima, que atuava como gerente administrativo e tesoureiro do Jornal da Paraíba e TV Paraíba, do Grupo São Braz, foi dispensado pela direção. A demissão causou surpresa no meio empresarial e jornalístico de Campina Grande, levando em consideração que Gelson era considerado o braço direito dos Carlos (leia-se empresário José Carlos da Silva Júnior & filhos) nos veículos de comunicação da cidade.
DEBANDADA
Poucos jogadores do atual elenco do Campinense vão ficar para a Série B do Campeonato Brasileiro. Até sexta-feira os novos atletas estarão se apresentando no Centro Esportivo Renatão, no bairro da Bela Vista.
Quatro ou cinco ficarão: aposto em Charles Wagner, Fernandes, Fábio Júnior, Marquinhos Marabá e Rodrigo Broa.
O resto: beleléu…
ASSÉDIO
Os atletas Daniel, Nonato e Cléo Paraense, que hoje defendem o Treze, interessam ao arquirrival Campinense, que vai disputar a Série B.
Uma fonte garante que já houve contatos…
AMEAÇAS
Um conhecido agiota campinense promete usar “meios não convencionais” para receber uma grana emprestada a um ’figurão’ da cidade no mês de outubro do ano passado…
Pressão geral!
Comente | | Imprimir esta notíciaEfraim já sonha com o apoio de Maranhão ou Ricardo
O senador democrata Efraim Morais não desiste: mantém a sua pré-candidatura ao Governo do Estado em 2010. Garante que não arreda o pé um milímetro só do seu projeto; no entanto, admite participar de uma pesquisa com o também pretenso candidato aliado Cícero Lucena (PSDB) para saber quem está melhor junto ao eleitorado. Aquele que se destacar na consulta, será o candidato das oposições para enfrentar o atual governador José Maranhão, virtual indicado do PMDB para disputar, novamente, o comando maior do estado.
Convicto de que ganhará a pesquisa e que irá para o segundo turno, o senador do Sabugi vai ainda mais longe: disse ter a certeza de que José Maranhão (PMDB) ou Ricardo Coutinho (PSB) estará com ele na segunda fase da pleito.
Prognóstico de que o rompimento entre JM e RC é pra valer?
RIDÍCULO
O treinador Valério Ramos, da Queimadense, que nem Deus sabe como, mas entrou no quadrangular decisivo do segundo turno do Campeonato Paraibano, foi de uma deselegância ao extremo, ao conceder entrevista a uma emissora de rádio de Campina Grande, após a comemorada passagem de fase no certame estadual.
No meio da conversa, Valério deixou o entrevistador ‘morto de vergonha’, ao relembrar o tempo em que era jogador de futebol.
Ele citou uma viagem em que o radialista - que tinha ido fazer a cobertura de uma partida fora da cidade - pegara uma carona no ônibus da delegação. Na oportunidade, o ex-atleta lembrou o momento em que os dois tiraram o sossego do restante do grupo com uma saraivada de “pum” (pra não dizer o nome do gás popularmente conhecido e que sai do intestino com ruído, falado no “ar” pelo técnico).
O momento ficou sem graça para o profissional de imprensa, mas a entrevista prosseguiu normalmente com o despreparado e noviço treinador…
Comente | | Imprimir esta notíciaRicardo Coutinho toma gosto e sobe a serra
Pouca gente sabe, mas o prefeito Ricardo Coutinho (PSB), de João Pessoa, tem laços familiares em Campina Grande, embora que noutros períodos, não tenha demonstrado toda a relação que mantém com a eterna Rainda da Borborema. Agora, quando já não esconde de ninguém a disposição de se candidatar ao Governo do Estado, tem vindo com freqüência à cidade, num “verdadeiro caminho de roçado”.
Nesta terça-feira, o ‘mago’ voltou a subir a Serra da Borborema e, depois de visita à reitora da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), professora Marlene Alves, concedeu entrevista à Rádio Panorâmica. Nas duas ocasiões, foi seguido de perto por dois vereadores - digamos, cassistas: o presidente da Câmara Municipal de Campina Grande, Nelson Gomes Filho (PRP), e Jóia Germano (PRP).
Mas a estada do prefeito pessoense não parou por aí: no início da tarde, reuniu lideranças no Restaurante Mororó, no Bairro da Palmeira. Com o semblante de candidato estampado no rosto, Ricardo cumprimentou lideranças políticas que se encontravam no recinto, como os ex-prefeitos Adriano Galdino e Orlando Dantas, de Pocinhos e Puxinanã, respectivamente.
Entre uma biliscada e outra na “galinha de capoeira”, Ricardo não disse sim nem não à tão comentada aliança com o ex-governador Cássio Cunha Lima para 2010, mas deixou nas entrelinhas que a união tende a acontecer. Quanto à relação com o atual governador José Maranhão, Coutinho também foi comedito; no entanto, demonstrou que o estremecimento é pra valer.
CHAPAS
Na Paraíba é assim: Cássio ganhou, Maranhão perdeu. Cássio saiu, Maranhão entrou. Mas em todo este imbróglio político, uma coisa é certa. Cassistas e maranhistas não param de pensar em política e pensam 24 horas como será o amanhã político no estado.
CHAPAS II
A preço de hoje, as chapas mais comentadas para a disputa do Palácio da Redenção no próximo ano são: José Maranhão/Veneziano Vital (ambos do PMDB) e Ricardo Coutinho/Rômulo Gouveia (PSB e PSDB, respectivamente).
CHAPAS III
Na hipótese da união Cássio (PSDB) e Ricardo (PSB) não ser concretizada, três candidaturas tendem a polarizar a eleição: José Maranhão/Veneziano Vital, Ricardo Coutinho/Armando Abílio (PTB) e Cícero Lucena/Rômulo Gouveia (ou Arthur Cunha Lima), os três últimos do partido tucano.
PERGUNTAR NÃO…
… Ofende. Quais os deputados (leia-se estaduais e federais), vereadores e prefeitos filiados ao PSB que na “Hora H” ficarão com Ricardo Coutinho como candidato a governador?
ROMPIMENTO
Não chamem para a mesma mesa o ‘ex’ e o atual prefeito de Boa Vista, José Alberto Barbosa (Betinho) e Edvan Pereira Leite, respectivamente.
Depois de anos de união, os dois agora seguem em ‘carreira solo’.
QUE EXEMPLO!
O novo prefeito de uma cidadezinha do Compartimento da Borborema tem dado um péssimo exemplo, com atitudes de total desrespeito à população: o mundo pode desabar, mas ele só se acorda tarde. Antes das 14 horas, não se levanta pra homem nenhum.
Comente | | Imprimir esta notíciaCícero corre para barrar a aliança Cássio/Ricardo
O senador Cícero Lucena (PSDB) corre contra o tempo para tentar barrar, o quanto antes, a tão propalada aliança entre o ex-governador Cássio Cunha Lima e o prefeito de João Pessoa, Ricardo Coutinho, visando as eleições de 2010. Na manhã desta segunda-feira, ele reuniu a imprensa e anunciou que é candidatíssimo ao Governo do Estado, em detrimento da posição de Cássio de apoiar ou não Ricardo para o mesmo cargo.
O anúncio de Cícero, embora que prematuro, visa fazer o tão famoso “freio de arrumação”. Um pouco distante da base por quase todo o mandato, Lucena volta agora para tentar a reaproximação dos correligionários. A verdade é que ele vai encontrar muitas dificuldades para reunir o grupo em torno do seu nome, pois são muitos os que já dão como certa a união entre Cássio e Ricardo.
Resta esperar mais alguns dias para saber como ficarão realmente os tucanos, que deverão tomar uma posição oficial no início do próximo ano, anunciando se ficam com Cícero ou se aliam a Ricardo. Nesta última hipótese, caso a verticalização partidária não prospere.
Cícero não acredita que Cássio vai deixá-lo para apoiar o prefeito pessoense, mas em política tudo é possível, inclusive, o PTB, que defende a aliança, já teria oferecido o comando da legenda na Paraíba ao ex-governador, caso ele queira mesmo se aliar a Ricardo e não consiga marchar com o PSDB.
Comente | | Imprimir esta notíciaEvasão de renda: a um passo do esclarecimento
A prisão de Kelson Silva de Lima, neste domingo à tarde nas proximidades do Estádio O Amigão, pode esclarecer de vez a chamada evasão de renda que sempre se registra nos dias de jogos em Campina Grande, especialmente nos clássicos. Flagrado vendendo ingressos falsificados, Kelson foi preso em flagrante e já foi levado para o Presídio Regional do Monte Santo.
Caso os clubes - especialmente o Campinense - e a polícia tenham interesse, vão chegar a duas pessoas bastante conhecidas no ‘mundo do futebol’ e que estariam diretamente ligadas ao caso. Kelson tem 21 anos, reside no bairro José Pinheiro, em Campina Grande, e sempre mantinha contatos com os - digamos - ‘cabeças’ do negócio criminoso.
Comente | | Imprimir esta notíciaNa capital é chororô: Bota é eliminado. E Inter rebaixado
A superioridade de Campina Grande sobre João Pessoa, a nossa capital, continua a ‘100 anos luz’. Digo no futebol, levando em consideração que neste domingo, o Campinense venceu o Botafogo por 1 a 0 no Estádio O Amigão e despachou o Belo do Campeonato Paraibano de 2009, decretando férias coletivas na Maravillha do Contorno por no mínimo oito meses.
Mas não foi só o chamado “Botinha do Amor” que deu adeus ao certame estadual. O Internacional, que começou na competição como o “azarão”, impondo resultados em cima dos chamados ‘grandes’, também decepcionou. O outro representante da capital foi ainda mais além: ao perder para o Nacional de Patos, também por 1 a 0, foi eliminado do campeonato e, por cima, rebaixado para a segunda divisão.
Em Campina, no entanto, é só festa: Treze e Campinense estão classificados para o quadrangular decisivo do segundo turno do Estadual. De quebra, entrou também o Queimadense, que não deixa de ser uma extensão do futebol serrano, em função da localização geográfica de Queimadas, cidadezinha encravada na Serra da Borborema e situada a poucos quilômetros de Campina Grande. A outra equipe a disputar a semifinal é o Sousa.
Sem querer alimentar o inegável bairrismo existente entre as duas maiores cidades paraibanas (coisa de idiota, evidentemente), Campina Grande ganhou mais uma…
Decididamente, os times da nossa capital nadaram, nadaram e terminaram morrendo na praia!
NO AMIGÃO
Consciente de que o Estádio O Marizão não poderá ser palco dos jogos da semifinal e final do Campeonato Paraibano, o classificado Sousa, que vai enfrentar o Campinense nesta fase, vai tentar negociar com o rubro-negro para fazer o jogo de casa (o segundo), no próximo domingo, no Estádio O Amigão, em Campina Grande. O primeiro será aqui na quarta-feira (15), pois o mando de campo é do rubro-negro.
Na decisão do primeiro turno, quando foi campeão em cima do Treze, o Dinossauro jogou no Estádio José Cavalcante, em Patos. Agora, o presidente Aldeone Abrantes defende que a partida seja em Campina.
Além da renda, que sem dúvidas seria 10 vezes maior do que se o jogo for realizado noutra cidade do estado, o Sousa poderá permanecer em Campina Grande ou em alguma cidade da região, evitando as desgastantes viagens para o Sertão de ambos os times.
A informação é de que o time sousense para fechar o negócio estaria exigindo R$ 20 mil do clube serrano, além da renda, é claro.
Boa idéia!
Comente | | Imprimir esta notíciaO inferno astral de Cozete
A crise depressiva (há quem diga que na verdade houve uma tentativa de suicídio, através de uma overdose de medicamentos) da ex-prefeita campinense Cozete Barbosa foi o tema principal das notícias exploradas nesta terça-feira (7) pelos meios de comunicação de toda a Paraíba. A ex-musa petista acabou sendo internada às pressas no Hospital João XXIII, após tomar conhecimento de que a Justiça a condenou a devolver, juntamente com a ex-secretária de Finanças, Aleni Rodrigues, a “bagatela” de nada mais, nada menos, do que R$ 1,2 milhão.
A ex-prefeita, que segundo os seus familiares, sobrevive hoje com o mísero salário recebido da Prefeitura Municipal de Campina Grande, como funcionária de carreira, com certeza não vai ter como pagar a conta. Vai recorrer às últimas instâncias judiciais e até lá tem como provar que nada tem. Seus “bens”, inclusive, já estão indisponíveis, por decisão judicial quando o processo começou a ‘correr’.
A preocupação, no entanto, diz respeito às ações penais que seguem no Judiciário. Se neste processo Cozete Barbosa pode se livrar do débito por falta de condições para devolver o que teria sido subtraído do erário público na sua gestão, nos outros processos a ex-prefeita volta a linha de tiro e pode até ser presa. A perda do cargo na Prefeitura Municipal, que lhe dá o sustento, também vem tirando o seu sono.
O processo que culminou com a condenação de Cozete Barbosa envolve diretamente o empresário do ramo de supermercados Eduardo Celino (Edu), que teria emprestado, a juros exorbitantes, cerca de R$ 1 milhão à Prefeitura Municipal. Parte da grana chegou a ser paga, tendo sido depositada através de contas de ‘laranjas’ indicadas por Edu a ex-secretária Aleni.
O inferno astral de Cozete comçou após a eleição do prefeito Veneziano Vital do Rêgo Segundo Neto (PMDB), em 2004. Uma das responsáveis pela vitória de VVR, pois no segundo turno, após ficar em terceiro lugar na disputa optou por dá apoio ao peemedebista, em detrimento da candidatura do então candidato Rômulo Gouveia (PSDB), a petista logo acusou o prefeito de tê-la abandonado.
O espaço sonhado na administração municipal não veio e, poucos meses depois da posse, a ex-prefeita começara a alfinetar Veneziano, acusando-o de traição e ingratidão. Foram muitos os torpedos endereçados ao Palácio do Bispo (sede do Governo Municipal), com a insatisfação aflorando sempre que a ex-prefeita aparecia depois de dias de clausura.
Na realidade, Cozete teve uma ascensão rápida na política, mudando bruscamente da água para o vinho. Militante de esquerda e líder sindical, logo logo chegou à Câmara de Vereadores. Depois, numa aliança que até hoje é comentada na Paraíba, foi eleita vice-prefeita ao lado do então prefeito Cássio Cunha Lima.
Com a saída de Cássio para disputar o Governo do Estado, Cozete assumiu a prefeitura, administrando a cidade de Campina Grande por cerca de dois anos. Com a queda, a ex-prefeita perdeu tudo - até mesmo as fiéis amigas - e passou a viver de um resumido salário da PMCG, com o choque influenciando diretamente na sua saúde.
Quem a escutava nas entrevistas e a encontrava pelas ruas, observava que a petista não estava bem de saúde. O lado emocional sempre esteve abalado, levando-a a ingerir diariamente forte dosagem de remédios.
DESRESPEITO
O Ministério Público, alvo de tantos elogios nos dias de hoje no Brasil afora, deve urgentemente tomar uma posição enérgica no sentido de forçar os clubes (leia-se Treze e Campinense) a respeitarem o direito dos estudantes, que por lei têm o benefício da meia entrada nos dias dos jogos.
O problema é que (acredita-se que até como forma de forçar o estudante a pagar o bilhete inteiro) nos dias de jogos os jovens enfrentam uma verdadeira ‘via crucis’ para comprar o seu ingresso.
No último domingo mesmo, o Treze disponibilizou apenas uma bilheteria para a venda de ingressos pela metade do preço, provocando uma fila quilométrica.
Resultado: como as pessoas idosas, que também têm direito à meia, estavam obrigadas a comprar a entrada na mesma bilheteria, muitos estudantes só tiveram acesso ao estádio no segundo tempo da partida.
É um grande desrespeito à classe estudantil que tem sempre prestigiado os embates futebolísticos em Campina Grande, mas cabe à Curadoria do Cidadão tomar providências para que o problema não volte a se repetir.
RESPONSABILIDADE
E por falar no clássico Treze 1 X 1 Campinense, a unanimidade aponta o atacante rubro-negro Washington como o culpado pelo gol de empate do time alvinegro aos 47min30seg do segundo tempo, quando a torcida da Raposa já comeorava a vitória.
Depois de levar um “chega pra lá”, o atleta ameaçou deixar o clube, mas acabou pedindo desculpas pelo acontecido e permaneceu no time.
As más línguas chegaram a dizer que o ‘corpo mole’ teria acontecido pelo fato do atleta ter ficado insatisfeito por não ter sido escalaso de primeira pelo técnico Ferdinando Teixeira.
2 Comentários | | Imprimir esta notíciaCampinense ‘quebra a bola’ e cede o empate
O clássico deste domingo à tarde no Estádio O Amigão (Treze 1 X 1 Campinense) serviu, mais uma vez, para demonstrar que o problema da equipe não é de treinador. Com a péssima campanha do rubro-negro neste ano de 2009, o primeiro penalizado foi o técnico Freitas Nascimento - aquele mesmo que conseguiu levar o time à conquista do Campeonato Paraibano 2008, a passar da Série C e a classificar-se para a Série B e à Copa do Brasil.
Esqueceram todo o trabalho que o baiano Freitas fez e mandaram o homem embora. Trouxeram Ferdinando Teixeira, uma boa aquisição; sem dúvidas. A primeira partida impressionou, pois o time goleou o azarão Internacional de João Pessoa em pleno Estádio O Almeidão (5 a 1), com quatro gols e show de bola de Washington.
Quem se empolgou, hoje vê que tudo foi ilusão. O problema é muito mais grave do que se pensa, deixando a diretoria em xeque com relação à Série B: ou forma um time competitivo, dispensando aí uns seis ou sete atletas deste atual elenco, ou a Raposa Feroz vai fazer feio no certame nacional, considerado de elite do futebol brasileiro.
Neste domingo, a verdade é que o Campinense não fez por merecer nem mesmo o empate. Poderia ter perdido até de goleada, levando em consideração que no segundo tempo do jogo o time esteve apático e sem nenhuma reação convincente que pudesse resultar em gols.
O time parece desentrosado e perdeu feio para o Treze no chamado ‘toque de bola’. Washington, que entrou no segundo tempo, esteve mal. E o pior: quando perdia um lance, dava as costas à bola e ao adversário, literalmente ficando parado no meio de campo e prejudicando os demais companheiros. E foi numa destas jogadas que o Treze empatou, já no finalzinho da partida (no último minuto dos acréscimos). Para o alvinegro, o empate teve sabor de vitória…
Quem vem acompanhando os jogos da Raposa não tem dúvidas: o erro não é do técnico, mas sim dos jogadores. Na verdade, parece que o elenco rubro-negro sofre da síndrome do excesso: de altos salários, das regalias, do pagamento em dia e de outras coisitas mais que só o Campinense oferece.
NO GARDEN
Na última sexta-feira, os deputados estaduais Biu Fernandes, Assis Quintans e João Henrique, do Democratas, que estavam bebericando com um grupo de lideranças partidárias no Hotel Garden, em Campina Grande, passaram por um grande vexame.
No final da farra, Quintans pediu a conta e assumiu a despesa, oportunidade em que quis quitar o que a mesa consumira com uma ordem de pagamento a vista, ou seja, com um ‘famoso cheque’.
O constrangimento foi geral, pois recebeu a informação de que o hotel não recebia cheques.
A conta acabou sobrando para Biu Fernandes, que a pagou com um cartão de crédito.
CIUMEIRA
Os chamados ‘grandes’ da mídia paraibana, especialmente os de João Pessoa, não gostaram da atitude do ex-governador Cássio Cunha Lima, que acabou por conceder entrevista exclusiva, na manhã deste domingo (dia do seu aniversário), ao Jornal de Verdade, da Rádio Cidade Esperança, comandado pelos radialistas Juarez Amaral, Paulo Roberto, Carlos Magno e Polion Araújo.
Desde que Cássio foi afastado do Palácio da Redenção por força da Justiça Eleitoral que a imprensa de todo o Brasil tentava uma entrevista com ele; que seria coletiva, evidentemente.
APOLOGIA
“Ó linda flor, linda morena, Campina Grande, minha Borborema…” (Jackson do Pandeiro)
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Bastos Farias